O que esperar do setor de tecnologia nos próximos anos?

Investimento em startups da área da tecnologia pode ser boa opção para seu portfólio

Nas últimas décadas vivenciamos uma intensa revolução tecnológica que mudou profundamente a forma como consumimos e nos relacionamos interpessoalmente. Da criação do Facebook à utilização da Inteligência Artificial em plataformas de streaming como Netflix, vivenciamos um processo de mudanças que passam, obrigatoriamente, por soluções tecnológicas. 

Quando olhamos no retrovisor do tempo entendemos que essas mudanças foram provocadas, em parte, pela utilização em massa dos smartphones. Com a popularização desses aparelhos, três outros movimentos aconteceram: a expansão da internet, a proliferação de negócios online e a transformação de negócios tradicionais em soluções digitais. 

E como essas mudanças estruturais aconteceram?

Apesar de ainda fazerem ligações com a utilização da rede telefônica, smartphones são dispositivos tecnológicos que só atingem a performance máxima quando estão conectados à internet. A popularização desses aparelhos trouxe a expansão da rede mundial de computadores e os outros movimentos que aconteceram também foram consequência: compras, transações bancárias, transporte, hospedagem e alimentação. Tudo com um clique, na palma da mão.

É impossível fazer uma retrospectiva da última década sem mencionar Uber, Airbnb, Nubank e iFood. E o que essas empresas têm em comum? Todas são startups que desenvolvem soluções disruptivas com a utilização de tecnologia nos setores em que atuam. Certamente  nos últimos anos você já utilizou o transporte pago pela Uber, ou de hospedagem pelo Airbnb, talvez você pode ter aberto uma conta no Nubank ou pedido comida pelo iFood. 

Por que voltar no passado para entender o futuro?

É como diz o pensador chinês Confúcio: “Se queres prever o futuro, estuda o passado.” A última década mostrou que as soluções tecnológicas estiveram presentes em todos os grandes avanços que vivemos, porém é preciso entender que esse é um setor muito dinâmico e em constante transformação. Traçar panoramas para os próximos anos parece uma tarefa difícil, mas, seja qual for a previsão, uma coisa é certa: a tecnologia vai estar presente.

Tirando os olhos do retrovisor para enxergar o horizonte, encontramos um levantamento feito pela IDC, International Data Corporation, consultora líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de TI e Telecomunicações, que prevê que o volume de remessas de wearables, dispositivos tecnológicos que podem ser usados como peças de vestuário, devem apresentar um crescimento de 12,4% e totalizar pouco mais de 637 milhões de unidades vendidas até 2024. 

Já não precisamos mais dos smartphones para mandar mensagens ou e-mails. Agora pulseiras e relógios fazem isso e também marcam a quantidade de passos dadas no dia e sugerem atividades físicas personalizadas. O Fitness da Apple, o novo Halo da Amazon, e o Fitbit Premium prometem conectar os usuários com conteúdos de saúde. Eles oferecem exercícios guiados, treinamentos e conselhos sobre dieta. 

Ainda nesse segmento, empresas de tecnologia estão desenvolvendo programas que mostram aos clientes empresariais como manter os funcionários fisicamente distantes e detectar os primeiros sinais de doenças potenciais. Esses serviços e outros que virão devem aumentar ainda mais a procura pelos wearables.

A IDC também prevê o crescimento significativo de tecnologias consideradas pilares para a “terceira plataforma”: computação na nuvem, Big Data e Analytics, Mobilidade e Empreendimento Social. 

Muita coisa mudou na última década, e percebemos que a velocidade com que elas mudam está cada vez mais rápida. Mal comemoramos a chegada do 5G no Brasil e a China já sinalizou que está desenvolvendo a tecnologia 6G, próxima geração das redes móveis que promete velocidades de conexão estonteantes mesmo quando comparadas ao 5G.

A Blackberry lançou o primeiro dispositivo considerado smartphone em 2002 e, 18 anos depois, o Japão já faz testes de transmissões de vídeo sem a interferência humana usando Inteligência Artificial (IA). 

Essa capacidade de gerar soluções atrai a atenção dos investidores. Especialistas acreditam que o investimento em startups da área de tecnologia deve aumentar. Além de diversificar o portfólio, investir em ações de empresas de tecnologia é uma oportunidade de fazer parte dessa empresa como acionista e ajudar a escrever uma parte da história dela. Retorno financeiro é importante, mas saber que o capital que você investiu auxiliou na construção do futuro com soluções inovadoras, não tem preço.

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