O que é renda fixa e quais as melhores opções para investir

pessoa tocando num tablet e projetando um gráfico em ascenção

Entenda o que é renda fixa e conheça as principais opções para trazer mais segurança a seu portfólio.

Quem busca solidez e seguridade ao investir certamente já ouviu falar de o que é renda fixa e a considerou como opção. Ativos deste tipo não são os investimentos mais rentáveis disponíveis no no mercado, contudo, ter ativos desse tipo na carteira é importante para equilibrar os riscos inerentes a todo investimento. Ativos de renda fixa proporcionam a estabilidade necessária para se arriscar de maneira mais confortável em  outras modalidades que apesar da imprevisibilidade prometem retornos mais altos. 

Primeiramente, antes de apresentarmos as principais opções de investimento, vamos entender o conceito de renda fixa:

O que é renda fixa? Entenda!

Se você ainda não sabe o’que é renda fixa, não se preocupe, é muito simples: na prática, investir em renda fixa é muito similar a realizar um empréstimo. Ao término do período estabelecido você a instituição beneficiada (bancos, empresas, etc.) irá restituí-lo com algum juro ou taxa adicional. A validade, a taxa de retorno e outros fatores essenciais do investimento irão variar de negócio para negócio. No entanto, é imprescindível entender como cada ativo funciona antes de aplicar.

Seja para escolher a melhor opção de renda fixa para o seu perfil, seja para fortalecer sua carteira e trazer mais segurança para arriscar, a Organismo selecionou para você os principais tipos de investimento em renda fixa: 

Poupança

Certificados de depósitos bancários (CDBs)

Títulos públicos

Letras de crédito

Debêntures

Conhecer e diversificar

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Poupança

Quer você já conhecesse a modalidade, quer só tenha aprendido o’que é renda fixa agora, certamente você já ouviu falar em um exemplo bem conhecido: a poupança. A aplicação é a modalidade de investimento mais familiar e mais utilizada pelos brasileiros. Sua aplicação pode ser feita a qualquer momento, praticamente todas as instituições bancárias a oferecem e seu rendimento é definido por lei. Essa modalidade de investimento é coberta pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que significa que, no caso da instituição não poder ressarcir o valor investido, o fundo garante o pagamento ao credor.

Existem taxas ou custos operacionais para aplicar na poupança? (h3)

Não existe nenhuma taxa para depositar seu dinheiro em uma conta-poupança. Na verdade, a cobrança de taxas, seja de abertura ou manutenção de conta é proibida. Além do mais, o valor também nunca será tributado e os rendimentos não estão sujeitos ao Imposto de Renda (IR). Contudo, ser um investimento com isenção do IR não anula a necessidade de acrescentar a poupança na declaração anual de Imposto de Renda. A partir de R$ 140 aplicados, é preciso notificar na hora de preencher a declaração. 

E quando posso retirar o valor da poupança? (h3)

É comum afirmar que a poupança é um investimento de liquidez diária. Isso ocorre por conta da facilidade com que é feito o procedimento, além do fato de que pode ser realizado a qualquer instante. Justamente por isso, a liquidez é considerada um dos pontos altos da poupança. Realizar a retirada do dinheiro investido é extremamente fácil: a partir do momento em que é solicitado o resgate, o dinheiro cai diretamente na conta corrente. Ou seja, nesta modalidade, a taxa de liquidez é alta!

Aniversário da poupança: o que é e como utilizá-la em prol de seu investimento? (h3)

Apesar da liquidez prática e diária, a rentabilização do investimento em poupança demora um tempo a mais para ser contabilizada. Isso ocorre porque a rentabilização é realizada apenas no aniversário da poupança. A remuneração da carteira é creditada mês a mês, apenas na data em que foi feita a aplicação, ou seja, em seu “aniversário”. Funciona assim: se você aplicou capital na poupança no dia 27, sua remuneração ocorrerá somente no dia 27 do mês seguinte. Caso você precise retirar a aplicação um dia antes do aniversário da poupança, não há retorno correspondente ao período anterior.

No entanto, não é assim que funciona em outros investimentos em renda fixa. Em fundos ou CDBs, por exemplo, a rentabilidade é usualmente mensal ou anual, mas é creditada ao investidor todos os dias. Assim, mesmo que haja necessidade de retirar o dinheiro no meio de um ciclo (de um mês, por exemplo), a remuneração será proporcional ao período em que o dinheiro esteve aplicado.

De quanto, afinal, é o rendimento da poupança? (h3)

Antigamente, a poupança rendia 0,5% ao mês, em média, e essa informação ficou gravada na memória de muitos. Mas não é assim que funciona mais! Desde 2012, mudou-se a regra de rendimento da poupança. Seguindo a regra do aniversário, citada acima, após trinta dias de aplicação o montante renderá de acordo com a Taxa Selic. Se esta estiver acima de 8,5% no ano, sua rentabilidade será equivalente a 0,5% mais a Taxa Referencial (TR); se for inferior, a taxa de retorno será 70% da Selic mais a TR; portanto, independente do banco em que será feita a aplicação, o rendimento será o mesmo.

Certificados de depósitos bancários (CDBs)

Bem conhecidos pelos investidores brasileiros, os CDBs acabam reunindo dois aspectos de muita estima ao se investir: rentabilidade e segurança. Essa modalidade costuma ser a opção mais utilizada pelos brasileiros que querem tirar o dinheiro da poupança e aplicar em uma via mais rentável. Os CDBs estão disponíveis em diversos bancos e corretoras. No entanto, algumas corretoras costumam oferecer remuneração acima da dos bancos, portanto, vale pesquisar qual compensa mais para você.

O que é CDB? (h3)

Seguindo o raciocínio da explicação de o’que é renda fixa, que demos há pouco, o CBD segue uma lógica simples: quem investe nos certificados de depósito bancário está “emprestando” dinheiro para os bancos financiarem atividades de crédito. Os bancos utilizam o capital desse investimento para conceder empréstimos a outras pessoas e, em troca, oferecem uma remuneração aos investidores, em forma de juros.Assim como ocorre com a poupança, o Fundo garantidor de Créditos (FGC) também protege o CDB. O percentual de retorno é geralmente pautado na taxa do CDI, em caso de CDB pós-fixado, que falaremos mais adiante.

Existe um valor mínimo para esse tipo de investimento? (h3)

A resposta é sim. Geralmente, nos grandes bancos, os CDBs têm um valor mínimo baixo e podem estar acessíveis para investimentos a partir de R$ 500. Mas, por ser um valor mínimo, a remuneração é consequentemente menor também, chegando a 80% do CDI, por exemplo, um retorno que é considerado baixo.

Em plataformas de investimento e corretoras pode-se encontrar mais diversidade nos CDBs e que tenham melhor remuneração. Isso se dá porque ambos reúnem CDBs de variados portes e atributos, o que facilita também ao diversificar as opções para os investidores.

Sobre a rentabilidade (h3)

A rentabilidade do CDB pode variar de banco para banco e, como se pauta numa taxa que pode oscilar, na maioria dos casos se trata de um investimento pós-fixado, cuja renda é previsível, mas só evidente no momento do recebimento. Costuma-se ter um período de carência para retirada do dinheiro, com exceção do chamado CDB DI, cuja liquidez é diária – ou seja, rende a cada dia e possibilita a retirada do capital investido a qualquer momento.

Dentro dos CDBs, existem ainda algumas variações: 

CDB prefixado: (h4) 

Neste caso, a taxa de juros é estabelecida já no momento da aplicação. Isso permite ao investidor calcular exatamente o lucro que obterá até o vencimento do investimento. Assim, por exemplo, caso o prefixado seja de 5% ao ano, é exatamente essa remuneração que se deve esperar.

CDB pós-fixado: (h4) 

Atualmente é o tipo mais comum de CDB que encontramos no mercado. No momento da aplicação o investidor já tem a ciência de qual taxa irá pautar seus lucros. No entanto, não tem como calcular a rentabilidade exata, já que é uma taxa que varia ao longo do ano. O CDB pós-fixado geralmente segue a taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), a principal referência quando falamos de renda fixa. Caso o CDB tenha 80% da remuneração do CDI durante um ano, por exemplo, o investidor irá ganhar 80% do que o CDI render durante o período.

Os pós-fixados podem também seguir o “CDI mais spread”, que é o CDB mais 2% ao ano. Contudo, neste caso, a rentabilidade pode variar para mais ou para menos, dependendo se o CDI cair ou subir. Essa é uma excelente opção para quem preza por uma liquidez imediata.

CDB atrelado à inflação: (h4) 

Aqui o fixado e pós fixado se unem. Mas como assim? Neste caso, o retorno tem uma parcela prefixada (como exemplo, 5% ao ano) e outra pós-fixada, baseada na variação da inflação, que é medida pelo IPCA ou pelo IGP-M.

CDB progressivo: (h4) 

Alguns bancos podem oferecer versões alternativas para esses CDBs listados acima. Dentre elas, o CDB progressivo, em que a remuneração cresce quanto mais tempo o dinheiro estiver aplicado. Um exemplo: em um CDB pós-fixado que normalmente tem retorno de 100% do CDI por ano, em versão progressiva ficaria: 90% de CDI no primeiro ano de aplicação, 100% no segundo e 110% no terceiro, e assim progressivamente. Esta é uma técnica utilizada para manter o capital aplicado por mais tempo.

É fácil resgatar minha aplicação de CDB? (h3)

Depende do tipo de liquidez que estamos falando. Como os CDBs são papéis com prazo de validade, a remuneração estipulada só é garantida até a data que consta como a data limite, que é quando há a liquidez, ou seja, o dinheiro volta ao investidor. Ainda assim, dependendo do CDB, é possível também realizar a liquidez diária, resgatando a aplicação a qualquer momento – desde que cumprido o período de carência, isto é, o período mínimo para manter a aplicação.

Contudo, é importante frisar que não são todos que oferecem a liquidez diária e estes que só podem ser liquidados no vencimento tendem a ter um retorno melhor ao investidor.

Títulos públicos

Seguindo a mesma lógica dos CDBs, os títulos públicos são títulos de dívida pública. Neste caso, os governos, sejam eles Federal, Estadual ou Municipal, emitem títulos com o intuito de reunir capital para financiar atividades estatais ou arrecadar recursos para os cofres públicos a fim de pagar dívidas públicas. É considerado um dos tipos de investimentos mais seguros, uma vez que a contraparte é a própria entidade do governo, responsável pela emissão do dinheiro no país.

O que são os títulos públicos? (h3)

Por fazer parte do grupo de investimentos em renda fixa, é possível analisar a projeção do rendimento logo no momento da aplicação e ver qual será a rentabilidade final, o que é excelente para o planejamento do investidor. 

Por estarem atrelados ao Tesouro Nacional, os títulos públicos se configuram como um dos ativos de menor risco na economia. Ao adquirir um título público, ele fica registrado na B3 (a bolsa de valores do Brasil) no nome do investidor. Justamente por isso, é um investimento popular entre perfis conservadores, pois apresenta boa rentabilidade e baixo risco de liquidez e crédito – portanto, uma ótima opção para quem almeja flexibilidade e segurança.

Na hora de investir, o investidor deve optar por alguma alternativa de aplicação: contratar algum fundo de investimento (de corretoras ou narcos), procurar uma instituição financeira ou acessar diretamente o portal do Tesouro Direto. É importante ressaltar que em qualquer das alternativas será necessário realizar um cadastro para acessar o sistema do Tesouro Direto.

Quais os riscos de investir em títulos públicos? (h3)

Independente do tipo de investimento feito, sempre há riscos – podendo variar entre os que têm baixo risco (como os de renda fixa) e os de alto risco (os de renda variável). No caso dos títulos públicos, os riscos se encontram em alguns casos.

Em caso de título pós-fixado, a rentabilidade está atrelada à inflação ou a taxa Selic (sigla para Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é a taxa básica de juros utilizada pelo Banco Central como base para outras taxas de juros do Brasil, como as executadas por bancos e instituições financeiras). Caso opte por títulos prefixados, há alternativas sem indexador.

Se o investidor tiver um papel com vencimento longo e prefixado ou ligado à inflação, pode ser que haja oscilação causada por mudanças políticas e sociais no país, que afetam diretamente tais números. Como alternativa a essa instabilidade, papéis com vencimento curto são mais assertivos, uma vez que são menos afetados pelo mercado.

Algumas das taxas nesta modalidade de investimentos seguem de acordo com o meio que o investimento foi adquirido, podendo ser a custódia da B3 e/ou a taxa de administração por parte da instituição que fizer a intermediação.

E a rentabilidade? (h3)

Se exemplificamos o’que é renda fixa como um empréstimo, o tesouro público é a melhor tradução disso. Esse tipo de investimento é ideal para perfis mais conservadores já que, por serem emitidos pelo Tesouro Nacional, sua rentabilidade é mais segura e consistente, realmente operando como um empréstimo à União.

A rentabilidade varia de acordo com o tipo de título adquirido. Em retornos fixos, o valor de rentabilidade é conhecido no momento da aplicação. Por outro lado, os pós-fixados possuem sua rentabilidade pautada em um indexador, como a Selic ou o IPCA (inflação); se baseados na Selic, os rendimentos seguem sua variação: em momento de aumento dos juros, os rendimentos são também maiores. Ainda assim, é preciso ficar de olho às vendas antecipadas dos ativos, que podem alterar o valor de retorno.

Liquidez (h3)

Outro ponto positivo dos títulos públicos é sua rápida liquidez: é questão de um dia útil para ter o retorno do valor. No entanto, é importante ficar atento à data de vencimento dos papéis. Caso escolha resgatar na data prevista, o valor seguirá a taxa contratada mais os descontos de taxas e impostos. Se por acaso quiser ou precisar retirar o valor antes, o investidor pode sofrer com as oscilações do mercado – e nunca se sabe se serão positivas ou negativas.

Letras de crédito

Isenção do Imposto de Renda? Temos! Essas são as letras de crédito. Bastante buscadas nos últimos anos, elas nada mais são do que papéis emitidos por instituições financeiras com atividades de crédito que envolvam o setor imobiliário (no caso das letras de crédito imobiliário, LCI) ou do agronegócio (no das letras de crédito do agronegócio, ou LCA) a fim de arrecadar capital para fomentar o investimento nesses setores. O retorno dessa opção é geralmente bem superior ao da tradicional poupança.

Como funciona? (h3)

As letras de crédito se assemelham bastante aos CDBs: a compra dos papéis é como um empréstimo dado a uma instituição financeira. Os investidores, em troca, recebem uma remuneração (os juros) pelo capital aplicado. O rendimento das LCIs e LCAs não é tributado e é protegido pelo FGC, o que as tornam opções interessantes, apesar de no geral apresentarem uma rentabilidade um pouco abaixo dos CDBs.

Qual a rentabilidade das letras de crédito? (h3)

Assim como nos CDBs, as letras de crédito também podem ser prefixadas, pós-fixadas ou estarem atreladas ao IPCA.

Letras prefixadas: (h4) 

No momento da aplicação, já é possível saber a taxa de juros que será imposta nos rendimentos, girando em torno de 5% a 7% ao ano, como exemplo – ou seja, o investidor pode calcular exatamente o valor que receberá no vencimento do papel.

Letras pós-fixadas: (h4) 

Ao invés de saber exatamente a taxa e/ou o valor que receberá ao fim da aplicação, no caso das pós-fixadas a única informação de antemão que o investidor tem é qual indicador servirá como referência para o retorno. Geralmente a taxa usada é a do CDI, mas não é uma regra. O importante de entender neste caso é que a rentabilidade está sujeita às variações da taxa. Assim como citado nos CDBs, existe a opção do “CDI mais spread”, em que a letra de crédito pode remunerar o investidor com mais 1% ou 2% ao ano, e permite uma liquidez mais efetiva.

Letras atreladas à inflação: (h4) 

Esta opção reúne os prefixados e pós-fixados. A rentabilidade se baseia em uma taxa de juros prefixada mais o valor da inflação, que varia ao longo do ano.

O melhor tipo varia de acordo com o perfil do investidor: para os mais conservadores, que não gostam de surpresas, os papéis pós-fixados são uma boa pedida; em contrapartida, quem almeja o poder de compra a longo prazo, as letras ligadas à inflação podem ser uma boa escolha.

Liquidez (h3)

Dentre as opções de renda fixa apresentadas, a liquidez das letras de crédito são consideradas inferiores devido à dificuldade em realizar a troca dos papéis por dinheiro em conta, portanto, não garantem liquidez diária.

Um dos pontos importantes a serem observados é respeitar o período de carência, que deve ser cumprido para garantir o retorno e é assegurado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Em média esse período dura 90 dias, no caso das prefixadas e pós-fixadas. No entanto, pode ser mais extenso se estiver conectado a um índice de valores, que é atualizado anualmente.

Já em caso de necessidade de realizar o resgate antes do período de vencimento dos papéis, existem LCIs e LCAs em que é possível efetivar a liquidez diária após o período de carência, mas não é uma regra. Existem letras, por exemplo, que só podem ser liquidadas em seu vencimento. Portanto, é importante estar ciente de como funciona o resgate das letras que se pretende adquirir.

No entanto, caso você tenha comprado letras com liquidez permitida só em seu vencimento, existe a possibilidade de negociar seus papéis em um mercado secundário. Neste caso, você vende seus papéis a outro investidor, de uma maneira bem semelhante à bolsa de valores. Os valores dos papéis são determinados pelo dono do investimento, portanto, podem estar mais baixo do que o pago inicialmente, a fim de vender mais rápido, ou até estar maior.

Debêntures

Como os títulos públicos e os CDBs, as debêntures tratam-se de dívidas criadas, neste caso, por empresas interessadas em arrecadar capital – normalmente para financiar projetos de crescimento, e por isso costumam ter um vencimento mais demorado, muitas vezes estimando um longo prazo.

Esses títulos de crédito podem ter um retorno prefixado, pós-fixado ou híbrido, e são tributados no imposto de renda. Diferente de outras opções de renda fixa, debêntures podem não trazer tanta segurança quanto os ativos acobertados pelo FGC ou atrelados ao Estado, apesar de proporcionarem uma rentabilidade um pouco maior dentro da renda fixa. 

Conhecer e diversificar

A Organismo Investimentos acredita que o conhecimento é a melhor ferramenta para se ter ao lado ao investir, por isso instruímos sempre nossos investidores a conhecer os mais variados tipos de investimento e assim diversificar seu portfólio. A Organismo não trabalha com nenhum produto de renda fixa, contudo, recomendamos que nossos investidores tenham ao menos 2/3 de ativos da categoria em sua carteira de investimentos, de modo a proporcionar mais segurança. Dessa forma o investidor estará mais confortável para realizar operações mais arriscadas e de maior lucratividade, como as de renda variável, por exemplo. 

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